Instituto Médico...? Legal!!!
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O mundo visto por uma psicocoisa em fase de internação
O trabalho
Quando a terra ainda era um ambiente hostil e os habitantes dela respeitavam-na com a devida atenção, no surgimento dos primeiros animais descendentes de combinações protéicas, ela vem exigindo deles o trabalho para sua manutenção e sobrevivência.
A terra ensinava a cada ser que nela habitava como e porquê o trabalho devia ser feito. A terra mostrou que o equilíbrio da cadeia alimentar, por exemplo, era fundamental para a reciclagem e renovação dos corpos, e que só o homem forte e corajoso se colocaria à frente nesse processo.
Os franguelos preguiçosos não tinham vez, pois só enchia a pança aquele que fosse buscar e tivesse técnicas mordazes para capturar o almoço. O primeiro trabalho surgiu aí, na hora em que o estômago apertava. Junto com ele, veio o trabalho de elaboração das armas requeridas, que deve ter demorado um certo tempo (ou gerações) e levado alguns dos nossos queridos proto-homens às bocas selvagens alheias. Antes de descobrirem que a lança era um bom material, melhor do que um tronco sem ponta, o serviço devia ter sido mais árduo. Depois, então, surge a necessidade de recipientes para guardar o alimento que restava, talheres para ajudar a manter as mãos limpinhas para uma coçadela no ouvido depois de satisfeito e coisas do tipo.
O trabalho era função importantíssima para a sobrevivência, mais uma vez repito. Ele era uma forma de "hominizar" o homem, de expandir seus talentos, de formar um ser completo em si. O que difere o homem dos outros animais é justamente o trabalho, o pensamento, o agir conscientemente. Um homem sem diversas funções é como um jardim cheio de flores, mas onde somente a uma são oferecidos água e sol. Se alguém tem um jardim com petúnias, orquídeas, rosas, gerânios, girassóis e margaridas, por que só regar e proteger o girassol? É assim que vejo o trabalho e o desenvolvimento do homem completo: o cuidado com cada uma das flores do jardim.
Porém, um dia, um espertalhão qualquer, de repente até no início dos tempos mesmo, deve ter levado vantagem sobre um outro homem, e resolveu usá-lo uma vez para fazer seu trabalho por ele. Temos aí o primeiro chefe, e o primeiro empregado. Este primeiro pobre coitado não deve ter recebido muito em troca, já que acredito que ele fez o que fez mais como forma de pagamento por algum erro do que outra coisa... Mas isso não passa de devaneio meu.
O tal primeiro chefe deve ter espalhado seu grande feito para alguns da tribo, e esta definição foi tomando formas ao longo do tempo, e os valores antigos que denominavam a palavra trabalho foram mudando de roupagem até que...
Até que chegamos aos dias de hoje. O homem evoluiu (dizem), a tecnologia, a globalização e o escambau chegaram. Dias de tormenta, de desrespeito com a Natureza e a terra, dias de destruição, de cocadas pretas sem reis nem reinos. Chegamos à corrida contra nosso próprio instinto animal de desenvolvimento, para virarmos assalariados (ou não), na luta de morte ou morte que nos causa a procura infrutífera, o não encontro, o desemprego.
O que era para ser o gol de todo homem foi desfigurado e cortado em pedaços. Capitalismo. O trabalho não existe, o que existe é a disputa, a batalha sem heróis, o salário no fim do mês. O trabalho foi reduzido a algo exaustivo e movido pelo dinheiro. Criamos atividades que chamamos de "hobbies", sem saber que elas são fundamentais para o completo, sem saber que elas SÃO parte do trabalho.
Felizes são os que sabem o que significa o trabalho, e mais ainda aqueles que o fazem por prazer, por enriquecimento da mente, do espírito e, por que não, do físico. O dinheiro é necessário em nossos dias, mas há que se trabalhar (da melhor denotação da palavra) sem pensar nele, tentando cada vez mais sentir-se completo em cada área da existência. Só assim, teremos homens capazes e completos que sobreviverão acima dos que fraquejam e correm...
Polêmica lançada por ...enfys... às 22h46
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Eu quero o romantismo de volta!!!!

Tenho precisado de um pouco de romance na minha vida...
Estranho, pois caí numa fase muito boa de solteirice, e estou aproveitando muito dela. Mas a coisa não tem "canalizado"; pode haver 4 ou 5, mas não estou com nenhum de verdade.
Hoje, primeiro num post da Flavia e agora com uma conversa com Gódi , percebi o quanto essa vida "livre" tem me afastado cada vez mais do ideal de ter alguém pra amar e alguém para ser amada.
Não estou falando de qualquer convenção, como disse o Beto hoje. Estou falando simplesmente que sinto falta de estar apaixonada por uma só pessoa, e sabê-la apaixonada por mim.
Digo isso, porque ultimamente tenho me apaixonado por muitas pessoas - isso é bom - mas os vetores não têm uma direção certa. É uma hora uma coisa, outra hora já mudou. Me apaixono por um momento, pois sinto vontade da sensação dentro de mim.
Quero melação mesmo. Quero ouvir palavrinhas doces. Quero presentinhos bobos. Quero uma ligação inesperada no meio do dia bagunçado e sem graça só pra dizer "oi".
Engraçado, mas enquanto estou dizendo tudo isso, já pode vir à mente de alguns de vocês aquele namoro, que pra mim é sem graça, totalmente monogâmico, que pode nem adicionar nada, onde as partes se envolvem a ponto de não mais verem seus amigos, nem sair sem o (a) namorado (a) na cola, por exemplo.
Não quero um namoro chato e grudento. Não quero ser controlada, tampouco controlar, porque isso não faz o meu gênero. Não quero ligações todos os dias, perseguição.
Não estou falando desse "namoro". Estou falando numa relação entre mim e outra pessoa, onde haja amor, romance, carinho, ajuda mútua, interesse pelo outro, troca de informações, risos, amizade, tesão.
Quero passar um fim de semana junto numa casinha. Tomar vinho. Dançar coladinho. Coisas aparentemente bobas, mas que de vez em quando fazem toda a diferença...
***SuspiroS***
Polêmica lançada por ...enfys... às 23h23
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Não vou comentar nada sobre este fragmento de diálogo (real) que segue abaixo... Cada um que tire sua própria conclusão...
Enfys diz:
Quer dizer, é uma merda estar a fim de alguém improvável (nem sempre impossível)
Ferris Bueller diz:
Mas a questão é: Pq sempre vou atrás de relacionamentos potencialmente complicados/complexos.....?
Enfys diz:
Não sei, querido..... vc tem certeza que isso sempre acontece ou não lembra direito?
Enfys diz:
GOOOOOOOOOOLLLLLLL
Ferris Bueller diz:
Gol? Hã?
Enfys diz:
do Uruguai......
Ferris Bueller diz:
?
Ferris Bueller diz:
Jogo?
Ferris Bueller diz:
Hã?
Enfys diz:
BRASIL x URUGUAI!!!
Enfys diz:
Carai!!!!
Ferris Bueller diz:
Eu falando dos meus problemas, falando na possibilidade de suicidio......e ela me vem falar de futebol...
Ferris Bueller diz:
auauahuahauhauhauha...to meio moça hj
Enfys diz:
hahahahaha Achei que você tava vendo o jogo.......
Polêmica lançada por ...enfys... às 12h16
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Instituto Médico...? Legal!!!
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O mundo visto por uma psicocoisa em fase de internação
Introdução
Este é o nome pelo qual será chamada uma nova sessão aqui no Enfyspot.
Esta sessão trará, a priori semanalmente, um tema relacionado a questões mecânicas – no sentido de automáticas – do dia-a-dia, sob uma ótica psicodélica, doentia e caótica como a minha.
Os temas tratados aqui serão escolhidos com muito cuidado, e desenvolvidos dentro de um contexto ainda incógnito, porém personalizado, para que soem muito surreais e sem sentido. Mas por vezes isso será impraticável, por razão do tema ser mais sério e ter de ser tratado com punhos mais fechados.
Algumas particularidades contidas nos textos poderão atingir malignamente os olhos do leitor mais sensível, e devem ser reportadas a mim, para que eu me esquive com um olhar assombrado no rosto e diga: “Fui eu quem escreveu isto?”, e logo depois, “Acho que foi antes da terapia... Eu jamais diria isso hoje!”. E quando você for embora, eu terei com quê me divertir o resto do dia.
Os textos colocados aqui, alerto, serão estritamente pessoais, portanto falíveis e passíveis de discordância alheia. O objetivo deles. De uma certa forma, porém, alguns podem até parecer coletivos e generalizados, e esse é também um objetivo. Afinal, de crucificado já bastou um, e eu não nasci pra vida de mártir.
Sem mais delongas, pois já me demorei aqui, vamos ao primeiro assunto.
A Televisão
A mídia dos nossos dias de hoje é insana, sem conteúdo cultural e reduz o pobre espectador a mais um idiota subestimado e bom para nada. Estou falando aqui dos canais abertos, tais como Globo, SBT, Rede Record, Bandeirantes e os outros da laia. A TV Cultura é uma exceção (pois haveria de ter uma que contradissesse e se opusesse ao lixo, ainda bem).
Programas de domingo – dia em que a maior parte dos pobres trabalhadores pobres está em casa, com a família – são indescritíveis. São sujos, podres, lixo. Eu imagino o que é que uma emissora quer ao televisionar tais porcarias alienantes, que limitam a capacidade de quem assiste (quando assiste) à de um verme incapaz e sem perspectiva.
Estes programas são dirigidos à parte sofrida da população (que hoje tem as Casas Bahia para incutir na cabeça dos pobre-coitados que nem tudo está perdido e que eles sempre podem dar dinheiro para o astuto judeu criador da grande empresa em troca de várias prestações aparentemente inocentes e ínfimas, e que, diga-se de passagem, é o tio daquele moleque insuportável de quem ninguém mais agüenta ouvir a voz), e eles têm um objetivo muito concreto.
O objetivo e interesse do governo conluiado com a mídia são manter o povo alienado (porque alienados já nascemos, por culpa da sociedade), burro e sem instrução. Como nosso próprio presidente, pois, sabemos, quem comanda o poder executivo não é o coitado do Lula, ele é só uma cara – um bode expiatório – para o povo associar e xingar e atirar vegetais quando a peça encenada, jamais prometida por ele, não for do jeito que o povo quer, porém o buraco é mais embaixo...
Aliás, o que o povo quer? Se nem ele sabe, o que eu posso dizer? O nosso povo quer comer, o nosso povo quer casa, o nosso povo quer que os filhos e parentes continuem vivos e voltem para casa depois da festa, quer o mínimo para sobreviver! Mas ele ainda não sabe bem disso. Ele vê as desgraças nos jornais de começo de noite, ele come as unhas, ele teme pela sua família, mas quando chega a novela, logo após o sensacionalismo barato e alienado, o povo fica vidrado no que é lindo, no que é ideal, porque isso eles não têm, e quando o salário subir ridículos 10%, os prefeitos forem mortos nas esquinas, as bombas explodirem nas portas de nossas casas e os impostos chegarem à caixa de correio, o povo gritar, em desespero: “Quem matou Lineu!!??”
Polêmica lançada por ...enfys... às 13h55
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Etimologia, questão de interpretação e religião
Resolvi reunir estes três temas que me interessam bastante, para fazer reflexões aparentemente toscas, porém com uma essência vibrante e fundamentos metafísicos.
A etimologia explica a origem dos vocábulos e o porquê de sua existência; isso é o mais perto que podemos chegar da pureza dos primórdios. Aproximar-se da pureza pode ser perigoso, talvez por isso muitas pessoas não se importam com a etimologia, outras muitas nem sabem o que significa, ou jamais ouviram tal palavra.
Os terrenos arenosos não são o local preferido dos fracos que temem, e a etimologia é, sem dúvida, terreno arenoso. É como penetrar a alma do vocábulo, descobrir seus maiores e mais velados segredos, e conseqüentemente, conhecer seus podres. Mais que umas sessões de terapia freudiana, ela pode causar úlcera ou esquizofrenia se observada muito de perto. Uma palavra dita repetidas vezes, ano após ano, dia após dia, durante milhares de anos carrega consigo um registro quase nefasto aos olhos mais ingênuos.
Nunca me esquecerei do homem das sobrancelhas, o infanto-juvenil Monteiro Lobato (que era, na verdade, um grande “censurador” passadista, quando da época de Mário de Andrade, Anita Malfatti e outros colegas modernistas – mas isso é outro assunto), que descreve a tão querida “Dona Etimologia”, uma senhora velha como Matusalém e o próprio globo terrestre, que conhece a fundo cada serzinho pululante que são as palavras, e dá um show de aula a Emília, quando esta se encontra no País da Gramática. Aliás, este foi um livro que li diversas vezes quando era pré-adolescente, por gostar muito, mas isso já faz muitos anos, e não sei como o receberia agora; portanto prefiro continuar com a visão utópica talvez e nostálgica “daqueles mornos dias de antigamente”.
O assunto etimologia surgiu quando de um debate sobre a origem e o significado dos nomes com alguns amigos tão ou mais absurdos e surreais do que eu mesma. “Meu nome quer dizer isso”, “o meu quer dizer aquilo”. Bem, eu repentinamente comecei a me sentir pobre de significado quando não encontrava designações tão interessantes para o meu próprio nome de batismo e família.
Marcella Nespoli. Gosto da sonoridade, admito. Marrrtchellllla Nésssspoli, mas... Que diabos quer dizer isso? A origem italiana quase arde aos olhos, eu sei. Mas e daí? Havia descoberto há tempos que nespoli é o plural de nespolo, em italiano, significando a fruta “ameixa”. Ok. Ameixas. Meu sobrenome é “Ameixas”. Mas e o nome? Tentativas incessantes ao longo dessa curta existência nunca me trouxeram mais do que “derivado de Marcos, que deriva de Marte; ou ainda martelo”. Puxa, que profundo. Resolvo o dilema e fico com a opção “martelo”, instrumento poderoso utilizado pelo bravo Thor para massacrar gigantes.
Logo, sou “Aquela que martela as ameixas”.
Bonito, não?
Obrigada pela força, Dna. Etimologia!
[Obrigada, enfermeiro, por livrar por alguns minutos o braço direito da camisa de força. Quando sair daqui – eu SEI que vou sair – te pago um café! Puxa, precisava desabafar isso...]
[Continua abaixo]
Polêmica lançada por ...enfys... às 11h01
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[Continuação]
Religião, um dos meus assuntos favoritos. Okay, gosto de ser manipuladora e usá-lo das formas mais sinistras possíveis, mas, pelas barbas de Thor, as pessoas têm de ter hobbies! O meu quanto à religião (dos outros, é claro) é rir. Posso dizer com a boca cheia que Gosto disso, e ao mesmo tempo, cuido muito bem da minha, para que não venha um bobo alegre qualquer tirar sarro das minhas liturgias e cerimônias. Cada um na sua, e eu na de todos, só espiando, sem danos maiores.
Sem mais firulas, pois me conhecem bem, e não preciso ficar explicando a que vim, comecemos. Pertinente talvez avisar que espero a primeira pedra de algum dos cristãos mais conservadores e ferrenhos que nunca pecaram ou riram...
Alguém aqui já ouviu falar do 13º apóstolo? Não. Com Jesus, o hippie mais in da época, eles formavam um grupo de 14. Pois sim. O décimo quarto juntou-se a eles bem depois.
Acontece que o menino de saias e pés-sujos era muito bom com as palavras, bastante eloqüente e convincente mesmo, porém nem sempre acertava nas questões mais práticas. Isso era fato e foi manchete de diversas revistas de fofoca da época (vide o Novo Testamento, no blog de Deus). O escândalo sobre a reprovação de Jesus no exame prático visando à carteira de motorista foi motivo de burburinhos e chacota por toda a terra santa e adjacências por um bom tempo. Ele passou com louvor (haveria palavra mais adequada!?) no exame escrito e psicotécnico, mas falhou na hora do pega-pra-capar.
Durante certo tempo, a Kombi financiada graças parte ao Pai do menino-líder, parte a Seu Juaréz – um paraguaio clandestino em Jerusalém que gerenciava um comércio também clandestino de venda, troca e financiamento de automóveis – ficou estacionada nos fundos da choupana em que Maria, a mãe, vivia com os outros filhos, ainda menores de idade na época, para infelicidade deles.
Sempre que a turma precisava sair para motivos afins – desde pregar o evangelho até tomar uma branquinha no Pilato’s – era uma confusão; nenhum dos apóstolos queria perder uma vírgula do que dizia o mestre, portanto o volante não tinha a menor concorrência, e sobrava às moscas.
Foi quando no meio de uma discussão fervorosa que aparece um jovem, maltrapilho, pé-sujo, mas de boa vontade, que se candidata à vaga para ascender ao volante do Alto – Altíssimo seria o pai dele (e isso, foneticamente, pode fazer alusão à palavra “auto”). Os treze homens voltam-se aos céus e louvam uma nuvem negra que anunciava chuva forte e lhes fazia apressar o passo para a entrada na Kombi. Saem os 14 homens felizes e sorridentes, cantarolando.
O tataravô de minha bisavó sempre contava a seus filhos que a Kombi percorreu cada quilômetro da terra santa e municípios próximos, e na traseira dela podia-se ler:
“Jesus nos guia, mas quem dirige é o Jeremiah”.
Polêmica lançada por ...enfys... às 11h00
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Cansado de tentar suicídio com aqueles líquidos malcheirosos e amargos? Pois bem, agora saiu o novo Pinho Sol Laranja!!
Pinho Sol Laranja!?
Os publicitários devem ficar cutucando o nariz o dia todo, e cheirando meia suja pra inventarem coisas desse tipo! Depois do sabão em pó com cheiro de SURF, chega ao mercado o revolucionário Pinho Sol Laranja...
O que virá depois?
Sapólio de frutas vermelhas? Cândida sabor pêssego? Desinfetante de tutti-fruti? Cloro em dois sabores: pizza de mussarela e de calabresa? Veja cítrico com polpa de frutas? Amaciante com cheirinho de bolacha? Detergente sabor queijo suíço? Racumin de ervas finas? Mister Músculo sabor lasanha?
A necessidade é a mãe da invenção, e pesquisas devem ter sido feitas com (parentes de) suicidas ou suicidas frustrados para encontrar os gostos certos para cada paladar, misturado com a ação infalível dos produtos de limpeza dentro do corpo humano.
"Agite antes e depois de beber - se houver depois!"
É como eu sempre digo... Há quem prefira Smirnoff Lemon, outros gostam de Pepsi Twist e Coca light Lemon... Eu prefiro o bom e novo Pinho Sol Laranja!!
Polêmica lançada por ...enfys... às 01h18
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Couteau passionante
Ta présence me coupe comme une couteau

Mais ça ne fait pas mal au coeur. C'est bon... c'est émouvant...

Je pense comment mes jours sont meilleurs juste pour te rencontrer là

Toujours à mon cotê, mais ailleurs: prêt et loin à la fois

Je me sens ravissante lorsque je vois ton nom brillant sous mes pensées et mes actions

Et tout ça j'écris pour te montrer que mes rêves sont réels et je te désire...

Je suis à ta merci, et à merci du temps, qui va nous rejoindre à jamais!!!
Polêmica lançada por ...enfys... às 10h28
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Para uma paixão que me pegou de surpresa, mas não pode ser... 
...Uma das raras baladas do System of a Down: Roulette I have a problem that I cannot explain,
I have no reason why it should've been so plain,
Have no questions but I sure have excuse,
I lack the reason why I should be so confused.
I, I know how I feel when I'm around you,
I don't know, how I feel when I'm around you,
Around you.
Left a message but it ain't a bit of use,
I have some pictures, the wild might be the deuce,
Today you saw, you saw me, you explained,
Playin the show and running down the plane.
I know, how I feel when I'm around you,
I don't know, how I feel when I'm around you,
I know, how I feel when I'm around you,
I don't know, how I feel when I'm around you,
Around you,
I know, how I feel when I'm around you,
I don't know, how I feel when I'm around you,
I know, how I feel when I'm around you,
I don't know, how I feel when I'm around you,
Around you, Around you, Around you...
Polêmica lançada por ...enfys... às 13h02
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A Justiça é cega, e eu não sou burra!

Amanhã (domingo) é o dia em que farei a prova para o concurso de Técnico Administrativo do Ministério Público da União.
O que me levou a tal escolha?
Fácil: é um concurso público. Portanto, virarei uma funcionária pública, e vou poder maltratar qualquer pessoa que vier falar comigo se eu estiver a fim de fazê-lo, e se a pessoa balbuciar qualquer reclamação, poderei me voltar para trás e mostrar a ela aquele cartazinho onde se lê algo como: "é crime maltratar qualquer funcionário público no exercício de sua função". Aí, a pessoa vai ficar realmente nervosa, vai virar as costas e eu tenho motivo pra rir da cara dela até o final do expediente.
Além da parte engraçada da coisa, o concurso público oferece segurança, pois sei que não posso ser demitida (apenas se fizer algo grave, mas eu sou um amor de pessoa!), posso ganhar um salário maior do que a maioria dos universitários recém-formados (ah, isso também é engraçado, uma vez que nem entrei na faculdade ainda), e poderei me aposentar daqui a uns 40 ou 45 anos, com uma pensão razoável (espero que dê pelo menos pra comprar a tintura roxa ou azul que pretendo estrear quando os cabelos brancos tomarem conta da minha cabeça, e os quilos de açúcar e frutas para fazer geléia e docinhos para meus netos).
Mas eu não estou tão confiante. A prova parece ser bem difícil, pois engloba uma boa parte de conhecimentos especificos em Direito, e eu descobri que não tenho o menor talento para trabalhar com leis, justamente por ser alguém tão desregrada e rebelde. Imaginem só, eu, que tanto protejo minhas irregularidades (ou não) ditando aos outros o que fazer e o que não fazer...! Inconcebível!
De qualquer forma, sei que estudei, e vou amanhã, nem que seja pra paquerar o carinha que vai me entregar a prova... Mas também vou fazer o melhor de mim, e usar o que estudei a meu favor. Seria uma vergonha se não tirasse a nota mínima, pelo menos... Eu, que sou tão nerd...
Durante a leitura do Código Penal, na parte que trata de crimes dolosos e culposos, encontrei algo intrigante. Reza o artigo 12:
"O desconhecimento da lei é crime inescusável."
Sabendo que o Direito é uma matéria de humanas, e que há que se interpretar cada um dos parágrafgos, artigos e incisos de uma forma ética, eu entendi do jeito que quis (quem esperava outra coisade mim?)
Uma vez que não tive memória suficiente, nem saco, não decorei muito do que li. Portanto, de toda a apostila, creio não saber 60%, pelo menos...
Só espero poder sair de lá ilesa, pois ainda não recebi meu salário para poder pagar a fiança se for presa por acusação de crime doloso...
Não desejem-me sorte; desejem-me vida longa e uma aposentadoria digna de um pote de tintura azul no fim do mês e uns quilos de açúcar para os netos, mesmo que eu não passe no concurso dessa vez...
Polêmica lançada por ...enfys... às 15h36
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