Eu quero o romantismo de volta!!!!

Tenho precisado de um pouco de romance na minha vida...
Estranho, pois caí numa fase muito boa de solteirice, e estou aproveitando muito dela. Mas a coisa não tem "canalizado"; pode haver 4 ou 5, mas não estou com nenhum de verdade.
Hoje, primeiro num post da Flavia e agora com uma conversa com Gódi , percebi o quanto essa vida "livre" tem me afastado cada vez mais do ideal de ter alguém pra amar e alguém para ser amada.
Não estou falando de qualquer convenção, como disse o Beto hoje. Estou falando simplesmente que sinto falta de estar apaixonada por uma só pessoa, e sabê-la apaixonada por mim.
Digo isso, porque ultimamente tenho me apaixonado por muitas pessoas - isso é bom - mas os vetores não têm uma direção certa. É uma hora uma coisa, outra hora já mudou. Me apaixono por um momento, pois sinto vontade da sensação dentro de mim.
Quero melação mesmo. Quero ouvir palavrinhas doces. Quero presentinhos bobos. Quero uma ligação inesperada no meio do dia bagunçado e sem graça só pra dizer "oi".
Engraçado, mas enquanto estou dizendo tudo isso, já pode vir à mente de alguns de vocês aquele namoro, que pra mim é sem graça, totalmente monogâmico, que pode nem adicionar nada, onde as partes se envolvem a ponto de não mais verem seus amigos, nem sair sem o (a) namorado (a) na cola, por exemplo.
Não quero um namoro chato e grudento. Não quero ser controlada, tampouco controlar, porque isso não faz o meu gênero. Não quero ligações todos os dias, perseguição.
Não estou falando desse "namoro". Estou falando numa relação entre mim e outra pessoa, onde haja amor, romance, carinho, ajuda mútua, interesse pelo outro, troca de informações, risos, amizade, tesão.
Quero passar um fim de semana junto numa casinha. Tomar vinho. Dançar coladinho. Coisas aparentemente bobas, mas que de vez em quando fazem toda a diferença...
***SuspiroS***
Polemizado por ...enfys... às 23h23
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Instituto Médico...? Legal!!!
ou
O mundo visto por uma psicocoisa em fase de internação
Introdução
Este é o nome pelo qual será chamada uma nova sessão aqui no Enfyspot.
Esta sessão trará, a priori semanalmente, um tema relacionado a questões mecânicas – no sentido de automáticas – do dia-a-dia, sob uma ótica psicodélica, doentia e caótica como a minha.
Os temas tratados aqui serão escolhidos com muito cuidado, e desenvolvidos dentro de um contexto ainda incógnito, porém personalizado, para que soem muito surreais e sem sentido. Mas por vezes isso será impraticável, por razão do tema ser mais sério e ter de ser tratado com punhos mais fechados.
Algumas particularidades contidas nos textos poderão atingir malignamente os olhos do leitor mais sensível, e devem ser reportadas a mim, para que eu me esquive com um olhar assombrado no rosto e diga: “Fui eu quem escreveu isto?”, e logo depois, “Acho que foi antes da terapia... Eu jamais diria isso hoje!”. E quando você for embora, eu terei com quê me divertir o resto do dia.
Os textos colocados aqui, alerto, serão estritamente pessoais, portanto falíveis e passíveis de discordância alheia. O objetivo deles. De uma certa forma, porém, alguns podem até parecer coletivos e generalizados, e esse é também um objetivo. Afinal, de crucificado já bastou um, e eu não nasci pra vida de mártir.
Sem mais delongas, pois já me demorei aqui, vamos ao primeiro assunto.
A Televisão
A mídia dos nossos dias de hoje é insana, sem conteúdo cultural e reduz o pobre espectador a mais um idiota subestimado e bom para nada. Estou falando aqui dos canais abertos, tais como Globo, SBT, Rede Record, Bandeirantes e os outros da laia. A TV Cultura é uma exceção (pois haveria de ter uma que contradissesse e se opusesse ao lixo, ainda bem).
Programas de domingo – dia em que a maior parte dos pobres trabalhadores pobres está em casa, com a família – são indescritíveis. São sujos, podres, lixo. Eu imagino o que é que uma emissora quer ao televisionar tais porcarias alienantes, que limitam a capacidade de quem assiste (quando assiste) à de um verme incapaz e sem perspectiva.
Estes programas são dirigidos à parte sofrida da população (que hoje tem as Casas Bahia para incutir na cabeça dos pobre-coitados que nem tudo está perdido e que eles sempre podem dar dinheiro para o astuto judeu criador da grande empresa em troca de várias prestações aparentemente inocentes e ínfimas, e que, diga-se de passagem, é o tio daquele moleque insuportável de quem ninguém mais agüenta ouvir a voz), e eles têm um objetivo muito concreto.
O objetivo e interesse do governo conluiado com a mídia são manter o povo alienado (porque alienados já nascemos, por culpa da sociedade), burro e sem instrução. Como nosso próprio presidente, pois, sabemos, quem comanda o poder executivo não é o coitado do Lula, ele é só uma cara – um bode expiatório – para o povo associar e xingar e atirar vegetais quando a peça encenada, jamais prometida por ele, não for do jeito que o povo quer, porém o buraco é mais embaixo...
Aliás, o que o povo quer? Se nem ele sabe, o que eu posso dizer? O nosso povo quer comer, o nosso povo quer casa, o nosso povo quer que os filhos e parentes continuem vivos e voltem para casa depois da festa, quer o mínimo para sobreviver! Mas ele ainda não sabe bem disso. Ele vê as desgraças nos jornais de começo de noite, ele come as unhas, ele teme pela sua família, mas quando chega a novela, logo após o sensacionalismo barato e alienado, o povo fica vidrado no que é lindo, no que é ideal, porque isso eles não têm, e quando o salário subir ridículos 10%, os prefeitos forem mortos nas esquinas, as bombas explodirem nas portas de nossas casas e os impostos chegarem à caixa de correio, o povo gritar, em desespero: “Quem matou Lineu!!??”
Polemizado por ...enfys... às 13h55
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