Instituto Médico...? Legal!!!
ou
O mundo visto por uma psicocoisa em fase de internação
A Mulher
A mulher sempre teve um papel bem definido na sociedade, ao longo dos tempos. Nas civilizações pré-cristãs, normalmente assumiam, além da sua própria, a função dos homens ausentes por questões de batalhas e conquistas, por exemplo.
Sabe-se que homens e mulheres, genotipicamente, são diferentes. No sentido físico, por exemplo e de um modo geral, o homem tem força, enquanto a mulher, delicadeza; ele traz o alimento para a casa, e ela o transforma. Já no sentido mais abstrato, o homem tende a ser mais racional, e a mulher, mais emocional; ele pensa em questões objetivas e de resultado imediato, enquanto ela em subjeções e assuntos a longo prazo.
Numa família, que é a base de toda e qualquer sociedade, teoricamente, a mãe é aquela que ama incondicionalmente, que alimenta, não só com fibras e carboidratos, mas também com atenção, carinho, que alimenta os sonhos dos filhos. O pai, por sua vez, é aquele que instrui, que transmite valores morais, a quem os filhos respeitam e, de uma certa forma, temem.
Quer dizer, quando nas aldeias e tribos os guerreiros e soldados - maridos, pais, irmãos, filhos - saíam para correr o mundo em busca de aventuras e terras, as mulheres tinham de exercer as funções masculinas dentro destas tribos e comunidades. Tais exercícios faziam da mulher um ser completo e extremamente respeitado, pois dela eram esperados a manutenção da ordem e das leis, o cuidado com tudo que estivesse ligado à proteção da comunidade, e ao mesmo tempo, as funções primeiras dentro do lar. A mulher não possuía força física para enfrentar uma batalha, mas tinha força intelectual e emocional para comandar o andamento e continuidade de uma cultura.
Com isto, não quero de forma alguma excluir os homens da manutenção de tal arranjo social, nem tampouco desprezar sua importância. Os homens, mesmo distantes parte do tempo, estavam cuidando de assuntos que auxiliavam a vida da tribo da mesma maneira.
O que acontece nos dias de hoje é a distorção que temos entre os papéis. Vale afirmar que as mulheres dos tempos antigos ainda eram mulheres - viviam e agiam como tal, sem qualquer sobrepujanca quanto à figura masculina, ainda que executassem certas funções suas. As de hoje, contudo, deixam pouco a pouco alguns "mulherismos" para trás, deliberadamente. O movimento feminista surgiu com o intuito de "colocar a mulher no mesmo dito 'nível' em que estavam os homens", e se esqueceu do papel fundamental que cada um tem na sociedade e pra quê eles servem.
Muito lindo o fato de reativar e resgatar os valores e a importância da mulher, seus melhores atributos, sua inteligência, delicadeza, sua "maternidade" protecionista em questões diversas. O mundo tem precisado de mais sensibilidade e atenção. Mas daí a ter a intenção de colocá-la em postos tais e dizer descaradamente aos homens "também sou capaz" de uma maneira tão agressiva, é um outro assunto.
Concordo mais que 100% que a batalha anda sofrida, e todos, homens e mulheres, têm de trabalhar e ir buscar o alimento por meio de esforços iguais. Entretanto há mulheres que querem viver como homens, agir como eles, amar como eles, revoltar-se contra eles, empurrá-los com as barrigas grávidas e derrubá-los. Vejo muito disso hoje em dia.
Elas tornam-se outra coisa, vão contra sua essência, da qual não há motivos para envergonhar-se, e perdem as suas principais características. Não são, no fim das contas, nem um nem outro. Qual o grande problema em criar um filho e trazer-lhe o pão, depois de um dia duro de trabalho? Enquanto lutarem contra os homens, mais lutarão contra si mesmas, e mais distanciar-se-ão de ambos os referenciais.
Não às Amélias! Não às feministas extremistas! Vamos achar um meio-termo para isso, mulherada! Sol e Lua, Yin e Yang, doce e amargo, lembram-se? Equilíbrio! Eu amo, tu amas, e ele também ama.
Mulheres são capazes. Homens são capazes. Cada um na sua função essencial. E não me venham com churumelas!
Polemizado por ...enfys... às 13h38
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