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Mas vota bem!




 1 dos 6 Bilhões
 Alfinetolândia
 Diário da Verdade - Tom
 Flor de vidro
 Hora do Café
 La vie en Belgique...
 System of a Down
 Tormento & Incoerência
 Tudo na Tela
 Uma questão de semântica
 Pão na Chapa








E com uma leve influência nietzscheana...


Tudo bem... perdi umas coisas hoje...

Mas ganhei uma Erdinger dunkel, uma weiss, e um copo style da Erdinger

Update: Acho que era pra eu estar feliz...



 Polêmica lançada por Enfys Vanadizzy às 21h55
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Para os românticos e de coração meigo,

uma canção, ainda mais meiga :) Fiquem bem, viu!

Postmortem - Slayer

Lyrics & Music - Hanneman)

Funeral held for the depression of man
Holds the key to his own death
Entering a tomb of a corpse yet conceived
Tighten the tourniquet around your neck

Sifting away the debris of hated life
Cold touch of death begins to chill your spine
Seeking life beyond your perishment
Repeating words echoing through your mind

Chanting lines of blind witchery
To save yourself from extinction
Wanting to die is your reason to live
New life born from the oppressed

Taste your blood as it trickles through the air
Another casualty beyond the shadows you fall
Losing ground, the fate you feel it draws near
Fatality, reality, you await the final call

My sinful glare at nothing holds thoughts of death behind it
Skeletons in my mind commence tearing at my sanity
Vessels in my brain carry death until my birth
Come and die with me forever
Share insanity

Do you want to die!

The waves of blood are rushing near, pounding at the walls of lies
Turning off my sanity, reaching back into my mind
Non-rising body from the grave showing new reality
What I am, what I want, I'm only after death



 Polêmica lançada por Enfys Vanadizzy às 15h50
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Demolições em geral

Destruímos sua casa velha.
A casa dos seus inimigos.
Dos seus parentes chatos.
Destruímos também seus sonhos, esperanças e expectativas.

A equipe dispõe de tratores de alta qualidade e capacidade, marretas, martelos, machados, armas de fogo, bombas caseiras, de napalm, granadas e dinamite.

Contrate já nossos serviços.
Aceitamos cerveja como pagamento.
Ligue para a CeFodA - Central Folk de Atendimento 24h
0800-FOLK



 Polêmica lançada por Enfys Vanadizzy às 16h26
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Que venha o latim

"Odi et amo : quare id faciam, fortasse requiris.
Nescio, sed fieri sentio et excrucior." -
(Catulo, poeta lírico latino)

"Odeio e amo.
E se me perguntarem por que,
Não sei dizer, mas percebo,
Sinto, meus sentidos enraizados em eterna tortura."

Sem mais.



 Polêmica lançada por Tristan às 08h12
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 Saudações!!!!

 Tendo esta vez como um caso a parte, não pedirei autorização a dona deste blog para postar: Ela se encontra a meu lado e devido a requisição da mesma posto.

 Não há muito a ser dito. Estou enchendo a cara de breja (encher a cara de breja, é possível? Para discutir tal questão não nos basta utilizar as técnicas hermenêuticas e/ou dialéticas...encerremos o assunto prematuramente).

 Faz- se necessário louvar nossa queria amiga, dona deste, pela competição que está rolando. Devo dizer que apesar de nada declarado, deixou eu e os outros aqui presentes, utilizando-me de um termo tido como xulo, "no chines", ou para quem não está familiarizado com este termo, "no chinelo".

 Os assuntos discutidos neste exato momento permeiam a linha tênue entre a sanidade e a insanidade. Ok, tenho que admitir, estamos sendo influenciados por boa música e por bebida.

 Apenas cumprindo a minha obrigação, despeço-me.

 Sem mais.



 Polêmica lançada por Tristan às 17h15
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Eu fui à sua casa

Subi as escadas

Abri sua porta sem tocar a campainha

Andei pelo hall, fui ao seu quarto,

Onde pude sentir seu cheiro.

 

Eu não devia estar aqui

Sem permissão

Não devia estar aqui...

 

Você me perdoaria, amor

Se eu dançasse no seu chuveiro

Me perdoaria, amor

Se eu deitasse na sua cama

Me perdoaria, amor

Se eu ficasse aqui a tarde toda?

 

Eu tirei minhas roupas,

Vesti o seu robe

Remexi suas gavetas

E senti sua colônia

Mexi nas suas coisas

Nos seus CDs

Toquei o do Jhonny

 

E eu não devia me demorar

Você pode chegar a qualquer momento

Não devia me demorar

 

Você me perdoaria, amor

Se eu dançasse no seu chuveiro

Me perdoaria, amor

Se eu deitasse na sua cama

Me perdoaria, amor

Se eu ficasse aqui a tarde toda?

 

Queimei seu incenso,

Arrumei a cama

Notei o bilhete que estava sobre a mesa

Ela dizia “Olá, amor!

Eu te amo tanto, amor

Encontre-me à meia-noite.”

 

E não!

Não era minha letra

- Acho que devo ir agora -

Não era a minha letra!

 

Então perdoe-me, amor:

Eu chorei no seu chuveiro

Perdoe-me, amor

Pelo sal no teu leite

Perdoe-me, amor

Se eu chorar a tarde toda?



 Polêmica lançada por Enfys Vanadizzy às 13h30
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Enigmática Carroça da Meia Noite

Ao contrário dos outros animais deste Folkablogr, eu moro longe da civilização. É um ambiente hostil, onde as pessoas são (pasmem) monoteístas em quase toda sua totalidade, e não avançaram muito em qualquer aspecto no último século. Vivem uma rotina no mínimo exótica para uma pessoa comum. É como se fosse um daqueles filmes de Velho Oeste em preto e branco amarelado sem som, naquelas cenas de um cara de aparência suspeita sentado com um capim na boca olhando um lago monótono.

Até aí, tudo bem. Ao contrário do que vocês, pessoas da cidade, podem pensar, tem várias cidades como a minha que integram o que nós chamamos de Roça. A minha é até meio avançada, se não levarmos em consideração as peças que aqui fazem ninho. Nadar contra a maré não é tão difícil por aqui - pois como eu disse antes se trata de um lago monótono. Mas as vezes acontecem coisas que nos chamam a atenção, surpreendem mesmo, e nos fazem refletir, mesmo num lugar tão inóspito.

Voltava eu da aula, meia-noite, rua de casa. Na verdade eram umas onze horas, mas meia-noite cria aquele clima de penumbra cliché. Eu cruzava a rua como qualquer passante, quando fui surpreendido pelo som de cascos de cavalo contra o asfalto. Atônito, me virei e vi, sob a luz tênue dos postes, uma carroça (daquelas genuínas, feitas há 40 anos), com dois seres nefastos dirigindo (ou sei lá como se chama, "carroceando"). Roça é roça, mas isso a meia noite me fez pensar.

A corrente de pensamento se iniciou com a seguinte reflexão, dígna de meu amigo Hrufn: "Que deabos leva dois seres humanos a carrocearem no centro da cidade em plena meia noite de quinta feira pra sexta?"
Poderiam estar levando leite, grãos, ou algo pra ser vendido? Não, a carroça não tinha nada além deles. Cruel.
O que move o indivíduo a atravessar o vorpal frio da noite destemidamente por um meio tão arcaico e duvidoso, que não intimidar idiotas como eu?

Não consegui me responder. Até agora matuto com cautela. Se você tiver uma idéia, coloque nos comentários. E, de fato, o problema não é meu. Mas não deixa de ser pavoroso.

 Polêmica lançada por Reidr às 10h32
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 O vento do duende vem de roxo junto com o piscar da inconsciência do javali.

 E tenho dito!



 Polêmica lançada por Tristan às 08h56
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Uma vez poetisa...

 

- Ora, não postergue!

- Pois bem, ele tem um não-sei-quê...

- Hmm... não sei...

- Que?!

 

            **

 

Ausente injustamente

Injusta, a mente

Ah! mente

Não mente!

Não custa...

 

            **

 

Andrade,

Cá estou!

Caçoou –

Piedade...

 

            **

 

Amor teci

A morte em si

Amorteceu!

 

            **

 

Se um dia,

Co’ a alma vazia,

Chorares meu pranto

Prometo-te o canto.

Com doce loucura,

Calma Luzia,

Tu vales o encanto:

Tua boca, ternura!

 

...sempre poetisa!!!



 Polêmica lançada por Enfys Vanadizzy às 16h07
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Uma pérola cinematográfica interativa.
As cenas que se apresentam têm o intuito de desvendar (ou ao menos tentar) o fabuloso mito que reza que, se uma pessoa toma leite com manga batidos, como vitamina, ela morre.


Enfys Vanadizzy em

ENFYS DESVENDA O MISTÉRIO DA MANGA COM LEITE

Personagens
Três meninas, muito amigas
Vários homens bebendo numa padaria da vida
Um funcionário da padaria

Câmera abre em três moças, caminhando, conversando e rindo pela rua onde há uma padaria. As três meninas entram na padaria, determinadas, olham para os lados com desdém, viram-se para o funcionário da padaria e dizem, em uníssono:

- Três vitaminas de manga com leite, por favor.

Neste momento, a padaria movimentada pára. Todos olham estupefatos para elas, que não perderam sua postura corajosa.
Passado algum tempo, o funcionário coloca, um a um, cada copo cheio de vitamina de manga com leite. Ele olha ora para os copos que, cautelosamente, deita sobre o balcão, como se fossem granadas desarmadas entrando em contato com o solo quente, ora para as meninas, que respiram calmamente e lançam entre si olhares de deboche e bravura.
Elas, juntas, levam as mãos para os copos, para pegá-los. Tomada rápida em cada homem, boquiaberto e ansioso.
Neste momento, a cena congela.

Agora é sua vez. Qual é o final que você escolhe?

1) Elas tomam, conversam um pouco, levantam-se e vão embora. Os caras cascam o bico, e logo depois, voltam às suas vidas normais de beberrões.

2) Elas tomam, conversam um pouco, levantam-se e caem duras. Os caras cascam o bico, e logo depois, voltam às suas vidas normais de beberrões.

3) Elas perdem a coragem, arregam e vão embora. Os caras cascam o bico, e, é claro, minutos depois, voltam às suas vidas normais de beberrões.

Votem... porque aqui... o final... você decide!!!
Tchu tchu! (pq aqui não é rede bobo)



 Polêmica lançada por Enfys Vanadizzy às 01h28
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 Tomo novamente liberdade para postar aqui.

 Este post somente intenciona dar as boas vindas aos novos membros desta casa. Reidr e Mari.

 Sejam bem vindos!!



 Polêmica lançada por Tristan às 07h59
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Pra comemorar a chegada da Mari aqui no blog, e a vinda dela aqui em casa, resolvemos escrever um poema que descrevesse bem tudo o que sentimos uma pela outra, em nome da nossa amizade. Pois bem, a idéia era escrever isso, mas num deu... Fiquem com estas pérolas da literatura mundial. Se a equipe da Fuvest encontrar isso, periga de cair no vestibular do fim do ano!!!

Ah! O primeiro verso foi escrito por uma, o segundo pela outra, e assim por diante... Será que dá pra adivinhar quem está em itálico e quem está em azul?

 

Soneto preto, em dueto

 

A vida é uma carreira de formigas

Caminha sempre numa reta

Sandálias de gari, touca de profeta

Algo sem sentido, diploma perdido

Vozes do além cantando samba

Bezerra da Silva na corda bamba

É como um monstro no armário da cozinha

Ou ter que tirar os sapatos ao entrar... na minha

No submundo acima das águas celestes

 

E as formigas continuam a caminhar

Folhinhas, chiliques, sacarose – Será o Benedito?

Assim vem algo à cabeça: como abrir o pote de palmito?

Ou as portas do infinito? Elvis morreu, de fato?

Mas há uma resposta: ele apenas vestiu o fato!

Seu verde da esperança soa barato!

 

Os chinelos permanecem grandes no pé

E girassóis dançam, com guarda-chuvas guiné

E as formigas? Caminham sem impasse

Mas a surdez divina escorre por sua face

Alface, cenoura, tomate

E os dentes caíram-lhe todos!!

 

E como odeia a Revista Mojo

Quando jogamos-na pela janela

O vento sopra e dentro de uma luz, Elvis sentinela

Um pregador de roupa pendurado vela

Muita purpurina e lantejoula. Grito!

Ele abriu o pote de palmito!

E as formigas se esbaldaram, dançaram,

Com Bezerra calçaram os chinelos

Dentes implantados e aparelhos de surdez são para velhos!

Salada de mojo com sacarose forma elos

E a vida continua, numa reta, numa boa...



 Polêmica lançada por Enfys LENNON / Mari McCARTNEY às 00h44
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Direito de resposta
 
*** Importante!!! Não quero de forma alguma criar aqui uma guerra de sexos, mas debater numa boa essas dúvidas/explanações que o Tristan trouxe, e que outros homens podem também ter, e de repente, trazer outras dúvidas e explicações, no meu caso aqui, femininas. Já que o blog hoje é composto de maioria masculina (dois pra uma), me restrinjo a um debate sem dor nem sofrimento (pra mim, claro... rs) Se o Tristan, o Reidr e a galera estiverem dispostos, podemos criar aqui, vez por outra, um fórum pra pura reflexão (novamente: sem guerras de sexo). Participem através de comentários! :)  ***
 
Gostaria de aproveitar o ensejo, que caiu como uma luva, pra colocar uma questão que tem me feito pensar. Conversei com a Déa e o Tristan neste último sábado sobre "pessoas fortes". Nós três nos identificamos com a idéia de que passamos a grande impressão de possuir uma força que supera tudo, desde um chute no saco, até a mágoa mais cruel... Mostrar força, tanto física quando emocional, é bom e mau ao mesmo tempo.
 
Por que é bom? Porque você mostra que não é um bibelô, que não é frágil e não vai aceitar calado uma situação que não te faça bem. Ou seja, ela inibe no mesmo instante a idéia do outro de se aproximar de você com a intenção de te ludibriar, pois, no caso, a força também pode mostrar uma certa esperteza.
 
Por que é mau, então? Porque você mostra que não é frágil nunca, que é auto-suficiente o tempo inteiro e que pode tomar quantos chutes (no saco, na bunda, no peito, no coração, etc.) que vai se levantar, sem precisar de ninguém pra isso. Tipo Conan, saca...? Até aí, tudo bem! Isso é ótimo. Acontece que, no caso de algumas mulheres, somos também frágeis e sensíveis; a única diferença é que usamos um escudo, uma casca grossa mesmo, tanto de fora pra dentro como de dentro pra fora. É claro que eu prefiro mostrar força e sorrir, pois assim a vida fica mais gostosa de se levar, e também porque eu não acho que viver seja um grande problema, vocês sabem... E eu não costumo demonstrar muito o que eu sinto DE VERDADE (as coisas bem profundas meeeesmo), por pura dificuldade de expressão, e nessa eu passo a impressão de ser inquebrável e insensível.
 
É, Alf... O que aconteceu no sábado me fez pensar muito nisso, sabia? Eu estou num período de carência master plus, e ter caído me fez conseguir expressá-lo e finalmente soltou as amarras para que eu pudesse senti-lo na real... Que treta, né? Nem me fale... rs
 
Agora, ser uma mulher forte te acarreta no mínimo duas coisas:
1) O fato de você causar medo nos homens (naqueles que gostam de uma competiçãozinha, ou que são estilo manowar de ser, e jamais aceitariam uma mulher com idéias e vida próprias e personalidade forte);
2) e o fato de você tomar pés na bunda, no peito, etc., do nada, só porque você veste uma armadura e um escudo que vai rebater o choque e reprimir a passagem do que quer que seja que venha encostar em você.
 
Ah, sei lá. Sou forte, sim, mas também gosto de carinho... Paradoxal? Nem um pouco... afinal, sou mulher.


 Polêmica lançada por Enfys Vanadizzy às 12h39
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Peço humildemente a dona deste Blog, que me permita um momento de desabafo.

Olha, vamos lá. Eu não entendo. Vocês mulheres clamam ao 4 cantos do planeta, aos 24 Deuses e aos 9 mundo que ser mulher é complicado. Que é muito mais fácil ser homem. Mas embasadas em que vocês afirmam isso?

Porra, você não tem noção de como é complexa a convivência numa roda de amigos.

Por exemplo, entre meus amigos, se eu não tomo coca-cola, sou bicha.

Se estamos de balada e peço uma água com gás, no lugar de uma cerveja estupidamente gelada, sou uma moça.

Se eu falo com minha cara metade (ou quando existia uma) com uma voz um pouco mais tenra ao telefone, sou viado.

Se separo a cebola do bife acebolado (porra, adoro cebola, mas não na merda do bife), sou um fresco.

Mas (PASMEM!!!) se fico com uma trubufu do satã depois de uma orgia etílica, ae beleza, está tudo certo, estou perdoado.

 Porra, vai tomar no meio da retina do olho do cu...E olhem que falei(até agora) somente da dificuldade do convívio entre seres do mesmo gênero.

Falemos agora dos aspectos físicos de ser homem. Vocês não tem a mínima noção de como é um chute no saco!!

Vou aqui tentar humildemente descrever a dor de golpe nos testículos: não é como uma dor muscular, localizada. Ela sobe com um raio gélido, uma estalagmite pontuda , irrefreável e atinge diretamente o âmago de seu ser. Imediatamente um choque anafilático visita cada fibra de seu corpo infligindo a penitência máxima jamais experimentada. Nem um poro escapa da dor. No auge do desespero, você é tomado por uma vertigem inversa, seu epicentro está ruindo. Toda a sua masculinidade e seu orgulho, conquistado e defendido a duras penas diariamente, desmoronam em milésimos de segundos lá do alto, que nem o World Trade Center. Imediatamente, você é possuído por uma depressão fulminante que te faz sentir o menor de todos os merdas, destituído de todas as suas qualidades humanas. Um chute no saco é um pontada na alma, um empalamento moral, um ...um...

Desisto. Assim como nunca vou entender completamente como é aquele calorão interno que percorrre do primeiro fio de cabelo até a ponta do dedinho do pé que as mulheres citam na seção Fórum da Ele & Ela quando descrevem um orgasmo múltiplo, não sei como uma pessoa desprovida de testículos pode ter a mais a mais vaga idéia do que é levar um chute no meio das bolas. Só sei eu prefiro tomar um pé na bunda do que um chute no saco (experimentei as duas situações recentemente).

Sem mais.

 



 Polêmica lançada por Tristan às 09h20
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O fragmento apresentado agora se passa na França do século XVI, em frente à Catedral de Notre-Dame, em Paris. Em frente à catedral há um palco de execução, e uma platéia barulhenta assiste à cena.

 

Personagens

 

Mulher julgada

Carrasco

Amante benevolente

 

   A platéia de camponeses em alvoroço assiste à chegada da mulher julgada por um crime. O carrasco encapuzado, sobre o palco, segura uma machadinha. A mulher sobe ao palco determinada, enquanto a platéia lhe atira vegetais e gritos cruéis e orgásticos. Correndo surge no meio da platéia um jovem, que se dirige ao palco. Ajoelha-se diante da mulher, ofegante.

 

Mulher julgada – (Dirigindo-se ao jovem enquanto aponta para o carrasco) Vês este carrasco? Ele é a personificação do único amor eterno: o amor impossível. Vamos à procura do amor-carrasco, aquele que com golpes frios nos arrancam a consciência aos poucos. Enquanto os belos amores disponíveis e lindos sonhos, como tu próprio, suspiram e nos desejam!

Amante benevolente – Se queres, posso virar teu carrasco, ó, amada!

Mulher julgada – Oh não! Isso jamais!

Amante benevolente – Mas acabaste de dizer que preferes os amores carrascos a mim e meus sonhos e planos... Ainda que desta forma desumana, deixa-me amá-la!

Mulher julgada – Não! Pois se virares meu amor carrasco, aí então não mais te poderei amar! Espere... Disseste “desumano”? Não! Tal busca é tão maldita e humana quanto a busca por água e alimento.

Amante benevolente – O que dizes, mulher! Refere-te à busca da dor!

Mulher julgada – Refiro-me ao amor eterno!

Amante benevolente – Pois, enquanto falas assim, não vejo distinção.

Mulher julgada – A dor é o estágio máximo do amor, e não há amor se há proximidade, rotina e intimidade. O verdadeiro amor só passa a existir quando nós criamos dentro de nós os fundamentos e regras para que ele se alimente e cresça. Ninguém jamais será capaz de alimentar o amor com as regras do outro, e com interferência das situações corriqueiras!

Amante benevolente – Cansei-me! Falas em demasia! Deixo-te com teu sofrimento ao mesmo tempo em que me liberto do meu. Ainda que acabes por amar-me, não creio que suportaria tuas delongas. Tanto melhor que eu vá agora e poupe-nos do futuro incerto e do fim de meu amor por ti.

 

   E vai-se o cavalheiro, deixando a mulher em choque sobre o palco. A platéia agora está em silêncio, observando com olhos confusos a mulher. Neste momento, o carrasco que afiava a machadinha durante a conversa, abaixa a arma, e dá um passo em direção à mulher para consolá-la. Ele tira o capuz, ela levanta os olhos mareados e percebe que aquele carrasco é seu velho amor não correspondido. Então ela o olha friamente, como a um desconhecido, volta a face para onde o amante benevolente se dirigira, e docilmente encosta o rosto no tronco da execução. O carrasco percebe então que não há mais nada a fazer senão dar cabo à execução. A mulher abre os olhos uma última vez para assistir a partida de seu amor não correspondido e recebe o golpe fatal.



 Polêmica lançada por Enfys Vanadizzy às 11h25
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Diálogos surreais entre uma raposa e um gato

Reidr diz:
vc entendeu alguma mensagem subliminar na minha mensagem, no post?

Enfys diz:
Subliminar? Poutz... nem.... hehehe

Reidr diz:
"Inclusive hoje eu descobri que vinte vezes cinco reais é igual a cem, que vezes doze é igual mil e duzentos."

Enfys diz:
E...???

Reidr diz:
vinte pagaos
mais ou menos a quantidade de pessoas da tribo
5 reais
vezes vinte
100 reais
num ano
1200 reais

Tribalife!

Enfys diz:
Tá.... mas eu ainda não entendi........ 

Reidr diz:
ahhahahahahahahhaa
vc ta sobria, enfys?

Enfys diz:
Huahuahuahua NUNCA

Reidr diz:
ahahhahaaha

Reidr diz:
entao deixa pra la

Enfys diz:
Vc quer dizer que se cada um de nós valesse 5 reais, em um ano poderíamos dar entrada numa moto??

Reidr diz:
hahahahahahhahahahaahaha

Enfys diz:
Tipo, vendendo nossos corpos por 5 reais uma vez por mês?

Reidr diz:
nao era bem isso
mas eh uma ideia
hahahahahhaa



 Polêmica lançada por Enfys Vanadizzy às 12h14
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Vozes e Maçãs - O Mote da Raposa

 

Heil, crianças!
Esse é meu primeiro post no refúgio de minha graaaaaaaaaaaaande irmã Enfys. Quem vos fala é Reidr, a raposa true. Vou dividir com vocês um pouco das genialidades que povoam minha mente insana.

Esses dias, estava a ler um texto muito interessante. Conhecia pessoalmente o autor. Então, comecei a imaginar como se ele mesmo estivesse a lê-lo, mas era de uma maneira um pouco modificada, o suficiente para ser muito engraçado. Ok, muito feliz, porém não estava conseguindo me concentrar no texto. Vamos parar, certo? Errado. Eu tentava ler, mas vinha a voz do cara, e aquilo era terrível. Não dava para não rir.

Uns dias depois, aconteceu a mesma coisa. Só que era com todo mundo, agora. Tudo que eu lia, vinha essa voz etérea de cada pessoa. Eu sei que eu sou freak e que pra gente como eu essas coisas bizarras são cotidianas, mas eu estava me sentindo totalmente perseguido. Terrível!

Mas então tudo se tornou verdadeiramente pavoroso. A maldição chegou no seu ponto alto quando aquilo que EU MESMO escrevia era recitado na minha mente. E o pior é que era DUBLADO. Já assistiram aquele seriado "Anos Incríveis"? Era aquela voz. Satanás. E isso durou uns três dias.

Um psicólogo de confiança sugeriu que eu bebesse menos Coca-cola. É. Ele tinha razão.

Inclusive hoje eu descobri que vinte vezes cinco é igual a cem, que vezes doze é igual mil e duzentos.

Mudando um pouco de assunto, vocês sabem os benefícios que a maçã pode trazer para a SUA VIDA?

NÃO? MAS BAH!

Podemos começar pelo lado estético. O formato em si já é uma obra de arte. É como o seio da mulher de todos os sonhos. E a cor! Bah! A cor! Vermelho é uma cor libidinosa por natureza, todos sabemos, quanto mais numa fruta que mesmo verde já nos atiça os desejos mais impuros. Uma fruta visualmente afrodisíaca.

Beleza não é tudo. Aliás, é só 1% do poder da maçã. Ela faz bem para as cordas vocais, é indicada para "acordar" (estilo café) e para manter a juventude (aprovada pelos Deuses).

E o sabor... a textura... bah, chega. Vocês já entenderam. Só para completar, a bíblia das ovelhas diz que a fruta que Eva supostamente comeu era... uma maçã. Bah, até eles! Até essa casta pederasta dá poder à sacra fruta, ligando-a ao pecado! PECADO!!!

Bom, por ora isso é tudo que eu tenho pra contar sem envolver muito sangue e discórdia. Valeu, schwesterleine Enfys, um grande Heil para os amigos, um maior ainda para os Deuses, e que o horn esteja sempre cheio.



 Polêmica lançada por Reidr às 08h33
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